Crédito: Quando é a hora certa para pegar um empréstimo?

Decidir se devemos ou não nos endividar deve ser uma decisão muito bem pensada e não um hábito comum. Use as ferramentas corretas e tome a melhor decisão para você.

Crédito: Quando é a hora certa para pegar um empréstimo?

Simplificando. A vida do ser humano ou é feita de hábitos ou é feita de decisões. Os hábitos estão aí para liberar espaço no nosso cérebro das decisões corriqueiras e ter energia para se concentrar em decisões importantes.

No hábito o cérebro trabalha no piloto automático enquanto que no processo decisório exige raciocínio, coleta de informações. Tanto um como outro nos define como pessoa, determinam nosso futuro. Porém é no processo decisório que tomamos a rédea da nossa vida, e a ser consciente. É onde escolhemos entre a opções.

Por isso em primeiro lugar.

Não faça do gastar dinheiro um hábito. Toda vez que for consumir use o poder do seu cérebro para tomar decisões.

Isso implica em não comprar no automático. Significa analisar, pesquisar, comparar, escolher em comprar ou não comprar. E se comprar vai agora contraindo dívidas (através de um empréstimo ou financiamento) ou esperar para juntar e pagar à vista?

E isto nos leva outra questão:

Quando pegar um empréstimo é justificável? Quando é coerente se endividar? Quando é o momento certo de pegar um empréstimo?

Não se preocupe, a coisa não é complicada. Basta ter as informações e perguntas e respostar corretas.

O processo decisório na hora de se endividar

Para que um decisões seja a mais acertada possível é preciso ter a munição certa.

Isso significa ter em mãos as informações necessárias e corretas e as reflexões sinceras. Neste caso as informações você tira do teu Planejamento Financeiro – os objetivos e o Orçamento.

🧐Quais são os objetivos que você determinou. Esta dívida é compatível com as suas metas e objetivos? E qual grau de importância que ela se encontra?

As outras informações se referem ao teu Orçamento:

🧐Existe folga para caber as prestações ou seu pagamento será “bem apertado”. Neste caso desista já. Imprevistos acontecem. Já imaginou se perder o emprego, se houve uma crise como a que estamos vivenciando. Deixe sempre uma margem.

🧐Como está a sua carga de endividamento?

Preste atenção nas reflexões: Mesmo se couber no seu orçamento e estiver dentro dos teus objetivos vá mais longe:

Não é porque tenho sobra financeira o suficiente posso sair me endividando. A questão é criar consciência.

🧐Verifique se você está comprando necessidade ou desejo. O que vai acontecer se eu esperar para juntar o dinheiro e pagar à vista? Consigo ficar este período sem? Quais são os transtornos de ficar sem por este período– coloque na balança.

🧐Compare o valor à vista como o valor da dívida. Veja o que poderá ser comprado com a diferença. Lembre-se que pagar à vista geralmente se consegue descontos maiores.

Colocar um peso neste endividamento e assim ter consciência da decisão tomada e não se deixar levar pelo impulso, pela sedução do crédito barato. É disso que se trata aqui.

Decidindo pelo empréstimo ou financiamento:

Se depois de todas essas analises a decisão final é pelo endividamento siga por este caminho:

Verifique o valor total do empréstimo ou financiamento– veja nosso último artigo “Você conhece o CET – Custo Efetivo Total” – calcule o CET, utilize a calculadora do cidadão. Veja se em caso de queda de renda o valor total da dívida é “aceitável” com seu padrão de ativos. Veja nosso artigo Crédito.

🧐Compare, faça pesquisa de preços. Use o CET para escolher a que tiver melhores condições. Pechinche.

Dicas para conduzir todo o processo:

Ao fazer as reflexões não se deixe contaminar pelo inconsciente. Reveja suas emoções, suas influências. Às vezes damos um caráter de necessidade quando na verdade é desejo. Isso acontece muito quando queremos trocar algo, por exemplo um celular, de repente aparecem vários defeitos. Veja nosso artigo “Você compra desejo ou necessidade?”

Não se esqueça estamos na era do consumismo e grande oferta de crédito. Portanto a pressão pelo endividamento é muito grande, não se deixe influenciar.

Compare o valor das prestações com os valores que pagar mensalmente. Por exemplo com a mensalidade da escola, compras no supermercado ou o aluguel. Assim você compreende melhor o valor da carga desta prestação;

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