Você não é aquilo que possui.

Possuímos um monte de coisas para parecer alguém que não somos, ficamos aprisionados tentando consumir para ser esse alguém e no final nada disso diz quem sou de verdade.

Quando entendemos o que esta frase de fato significa parece que um novo mundo se abre.

Compreendendo que não somos aquilo que possuímos, temos, dispomos, portamos ou detemos conseguimos finalmente deixar de ser consumistas e consequentemente sermos quem somos sem “maquiagem”, sem ilusão, sem máscara.

Viver precisando de menos. Será que é possível. Menos é Mais

Possuir coisas é bem legal, talvez essas coisas nos passe a sensação de poder, de sucesso, de conquista, de liberdade, de conforto, de segurança, de beleza, de saúde, para impressionar, para causar inveja, para idealizar.

Qual jeans você compra? O de marca para estampar a etiqueta, sim porque ela veste bem, tem uma pegada moderna, o estilo da vez, mostra que tem condições financeiras para pagar, demonstra sucesso, status, traz prestígio, etc, mas é tudo isso mesmo? Ou é a jogada de marketing que consegue fazer passar essa imagem de tudo isso?

Descubra se os Influenciadores digitais estão dominando o seu estilo de consumo.

Tem muito jeans por aí que cumpre as funções de vestir bem, ter qualidade, ser confortável, cair muito bem com quem eu sou e isto é o suficiente, o necessário. Todo o resto são desejos que toda uma sociedade nos coloca como sendo necessário, imprescindível para ser alguém. Como se aquele jeans dependesse a nossa felicidade e a definição de quem somos..

Quando consumimos para ser alguém as sensações são momentâneas, instantâneas, que no próximo minuto já perderam o poder e buscamos o próximo consumo.

Estilos lesivos de lidar com o dinheiro: Pressão da família, da sociedade, do marketing

Porém não é o que a gente consome que vai dizer quem a gente é. Posses diz – talvez – o quanto eu tenho, não o que eu sou.

Estilos lesivos de lidar com o dinheiro: Agir sob influências da cultura e tradições

Uma vez entendido que o poder do que consumimos sobre nós é limitado, conseguimos finalmente nos sentir verdadeiramente livres, independentes e realizados.

Neste caso o consumo se dá para satisfazer o suficiente do que precisamos, somente o que é importante para nós.

O consumo é apenas a consequência daquilo que somos.

O que somos vem em primeiro lugar. Por mais que as publicidades, as propagandas e as redes sociais tentem mostrar o contrário.

Isto é ser Consumidor Consciente.

Tendências mudam, a sua personalidade e atitude ficam.

Suas prioridades são meramente materiais ou há espaço para construção de um patrimônio afetivo, intelectual e espiritual?

O que é Riqueza? Acumular dinheiro?

Viver precisando de menos e ser mais feliz. Isso é possível?

Qual o sentimento do dinheiro?

Você sabe dar valor ao seu dinheiro?

Como você consome o seu dinheiro?

Você já olhou para seu lixo hoje?

O que você compra, destrói ou preserva o meio ambiente?

Fonte:

Francine Jay. Menos é mais: Um guia minimalista para organizar e simplificar a sua vida. Ed. Fontanar. 2016

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